Esportes

AMÉRICA » Coelho começa a esboçar time para a largada no Mineiro

Ivan Drummond

Publicação: 16/01/2019 04:00

A terça-feira marcou o terceiro coletivo do ano no América. E o técnico Givanildo Oliveira começou a esboçar o time que pretende escalar domingo, contra a Caldense, às 11h, em Poços de Caldas, na estreia do Campeonato Mineiro. Da equipe que terminou a temporada passada, apenas quatro jogadores permanecem na equipe titular: o zagueiro Messias, os volantes Zé Ricardo e Juninho e o armador Matheusinho, além do goleiro Fernando Leal, que era o reserva imediato de João Ricardo.

Pelo que colocou em campo ontem, Givanildo pretende escalar o América com Fernando Leal, Leandro Silva, Diego Jussani e João Paulo; Zé Ricardo, Juninho, Matheusinho e Marcelo Toscano; Neto Berola e Júnior Viçosa. O time reserva teve Glauco, Ynaiã, Paulão, Bolívia e Sávio; Christian, Morelli, Felipe Azevedo e França; Ademir e Wesley Pacheco.

Ao que parece pelos treinamentos, pode-se esperar uma boa briga pela camisa 9, uma vez que o destaque do time reserva foi Wesley Pacheco, que além de se movimentar muito, conseguindo criar espaços, mostrou-se oportunista e marcou um golaço. %u201CEstou aqui para ajudar, mas buscando meu espaço. Se a oportunidade aparecer, estou pronto.%u201D

Givanildo se mostrou satisfeito, também, com o lateral-direito Leandro Silva, que mostrou movimentação e um bom entrosamento com Neto Berola e Matheusinho. Ele tem uma característica bastante ofensiva, tendo, inclusive marcado um gol no treino. Mas existe a preocupação de que será necessário montar um sistema de cobertura para o lateral, já que muitas vezes havia um buraco em sua posição, do que se aproveitou Wesley Pacheco.

OPORTUNIDADE O fato de ter um grupo bastante renovado, nada menos que 11 jogadores foram chamados do time de juniores e do sub-23, faz muita gente sonhar e vislumbrar um futuro no profissional. É o caso do volante Márcio, que começou a carreira no Cruzeiro, mas acabou, quando tinha 18 anos, trocado com o América por dois jogadores.

Hoje com 21 anos, ele jogou dois na equipe de juniores e se destacou, em 2018, no sub-23. Ter subido para a equipe profissional, segundo ele, mudou a sua vida. %u201COlha, vejo isso como uma grande oportunidade. Aliás, desde que vim para o América. Na época da troca, em vez de ficar chateado com o Cruzeiro, procurei pensar que seria a grande chance da minha vida, como está sendo. Sei que aqui posso alçar voos. Tenho a chance de aprender com os mais experientes e quero, muito, ajudar o clube a alcançar seus objetivos, como voltar à Série A e o título mineiro.%u201D

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