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Mulher de 37 anos passa mal e morre após treino em academia

Vítima chegou a ser atendida por profissionais de saúde após se sentir mal em academia, mas não resistiu

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Mulher foi atendida por médicos, mas não resistiu | freepik

Uma mulher de 37 anos morreu na manhã dessa sexta-feira (20) após passar mal dentro de uma academia em Santo Antônio, no Agreste do Rio Grande do Norte, a cerca de 75 quilômetros de Natal. A ocorrência mobilizou forças de segurança. A vítima foi identificada como Nádia Magale, moradora do município.

De acordo com informações iniciais de órgãos oficiais, o atendimento de emergência foi realizado ainda no interior do estabelecimento, mas não foi suficiente para reverter o quadro. O caso segue em apuração pela Polícia Civil e por órgãos de perícia, que buscam esclarecer o que levou à morte repentina da frequentadora da academia. Familiares, segundo o g1, relataram um histórico recente de tratamento contra câncer de mama.

O que se sabe

Segundo dados repassados pela Polícia Militar do Rio Grande do Norte ao g1, Nádia Magale estava no primeiro andar da academia, localizada na avenida Lindolfo Gomes Vidal, região central de Santo Antônio, quando começou a se sentir mal, por volta das 10h30. Pessoas que treinavam no local e funcionários auxiliaram a mulher, ajudando-a a descer até o térreo. Nesse momento, o mal-estar teria se intensificado.

Ainda conforme o relato da corporação, foram iniciadas manobras de primeiros socorros enquanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) era acionado. A equipe médica chegou ao local e deu continuidade ao atendimento, mas apenas pôde confirmar o óbito. A área foi isolada pela Polícia Militar para preservação da cena até a chegada de outros órgãos responsáveis pela investigação.

Após a confirmação da morte da mulher na academia em Santo Antônio, a Polícia Militar manteve o isolamento do espaço onde ocorreu o atendimento, medida adotada para garantir a integridade de possíveis vestígios que possam contribuir com a perícia. Em seguida, foram acionados o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) e a Polícia Civil, responsáveis pelas etapas seguintes do procedimento.

O corpo de Nádia Magale foi recolhido pelo SVO, que tem a função de analisar casos de morte natural não violenta e identificar as causas médicas do óbito. Esse tipo de exame é relevante para esclarecer se houve algum evento súbito, como parada cardiorrespiratória, complicação pré-existente ou outra condição clínica relacionada ao episódio. Paralelamente, a Delegacia de Polícia Civil de Santo Antônio instaurou investigação para apurar as circunstâncias do fato, ouvindo testemunhas e reunindo documentos.

Familiares informaram às autoridades que Nádia havia passado por um tratamento contra câncer de mama alguns anos antes do episódio na academia. Não há, até o momento, indicação oficial de relação direta entre o tratamento oncológico anterior e a morte ocorrida na manhã desta sexta-feira. Essa possível conexão depende de laudos médicos e de exames complementares que ainda serão concluídos.