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Arcebispo pede resposta rápida após tragédia na Zona da Mata mineira

Após mortes em Juiz de Fora e Ubá, dom Walmor fala em solidariedade e alerta sobre impactos climáticos

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Igreja se pronuncia após mortes na chuva
Arcebispo de BH presta apoio às vítimas e defende resposta urgente diante das enchentes na região

Ao menos 23 pessoas morreram e centenas ficaram sem casa depois de dias seguidos de chuva forte na Zona da Mata mineira, principalmente em Juiz de Fora e Ubá, neste mês de fevereiro.

O volume de água, o maior já registrado para o período nas duas cidades, provocou enchentes, deslizamentos e soterramentos, mobilizou equipes de resgate e levou o arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, a se manifestar publicamente em apoio às vítimas.

Cidades em alerta

Em Juiz de Fora, a prefeitura confirma 16 mortes, 440 pessoas desabrigadas e mais de 300 ocorrências atendidas pela Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros. A água invadiu casas, arrastou carros e interditou ruas. Há registros de deslizamentos em áreas de encosta e buscas por desaparecidos.

Em Ubá, sete mortes foram confirmadas após rios e córregos transbordarem. Bairros ficaram submersos e moradores relatam perda de móveis e documentos. A prefeitura afirma que esta é a maior enchente já registrada na cidade e pediu apoio ao governo estadual para atender as famílias afetadas.

Apoio e mobilização

Diante do cenário, dom Walmor divulgou uma mensagem de solidariedade. Ele declarou união com a Igreja de Juiz de Fora e afirmou que a situação exige resposta rápida do poder público.

Também destacou que eventos climáticos extremos atingem com mais força quem vive em áreas de risco e tem menos recursos.