Cidades

Advogada teria envenenado sogro e a mãe dele após ser rejeitada

O delegado Carlos Alfama, responsável pelo caso de envenenamento de uma mãe e um filho, na cidade de Goiânia, revelou que o crime foi motivado pelo sentimento de rejeição de Amanda, que teve um relacionamento breve com o filho de Leonardo Pereira Alves, uma das vítimas. O envenenamento ocorreu durante o café da manhã do último domingo (17/12), na presença da suspeita.

Ainda não foi possível determinar qual substância venenosa foi utilizada, mas acredita-se que Amanda tenha adicionado a substância fatal em um suco, por ser mais facilmente dissolvida no líquido.

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A advogada Amanda Partata Mortoza, de 31 anos, está sendo investigada pela polícia de Goiânia (GO) por suspeita de ter envenenado o sogro e a mãe dele. Segundo as autoridades, Amanda teria colocado veneno em um doce servido durante um café da manhã em família no último domingo (17/12).

As vítimas, Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e Luzia Tereza Alves, de 86, começaram a sentir dores abdominais e vomitar poucas horas depois de consumirem o alimento. Eles foram levados para o hospital, mas infelizmente não resistiram e faleceram.

No início, os familiares das vítimas chegaram a suspeitar da confeitaria que vendeu os doces, porém essa hipótese foi descartada pela polícia. Detalhes sobre como os homicídios teriam sido executados ainda não foram divulgados pelas autoridades.

Amanda foi presa na última quarta-feira (20/12) por uma equipe da Polícia Civil e conduzida à Delegacia de Homicídios (DIH). Em frente aos repórteres, ela negou qualquer envolvimento nos crimes: “Eu sou inocente, eu não fiz isso, gente. Eu não fiz nada”, declarou. A reportagem está tentando localizar a defesa da advogada.

De acordo com o delegado, Amanda permaneceu cerca de três horas na residência das vítimas e testemunhou os primeiros sintomas, como vômitos, diarreia e dores abdominais, apresentados pelo ex-sogro e pela mãe dele. A suspeita fingiu estar passando mal, mas não consumiu nenhum produto contaminado.

Após as mortes, a proprietária da Perdomo Doces, Mariana Perdomo, compartilhou um vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio de amigos e clientes e expressando alívio com a prisão de Amanda Partata. A loja chegou a ser investigada após as mortes.

“Agradeço profundamente pela confiança depositada e pelo compromisso inabalável com a verdade. A cada abraço, sorriso e olhar sincero, as respostas às orações se materializam. A responsabilidade é honrar cada gesto de apoio com excelência e transparência. Muito obrigada”, declarou Mariana Perdomo.

Fhilipe pelajjio

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