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Os 5 bairros de BH que mais valorizaram em 2025
Valorização chegou a 28,7% em algumas regiões; veja o ranking completo com base em dados do FipeZAP
O mercado imobiliário de Belo Horizonte segue aquecido em 2026 e tem transformado o mapa da valorização na capital mineira. Enquanto bairros tradicionais continuam entre os mais caros para morar, outras regiões ganharam força nos últimos meses e passaram a chamar atenção de investidores e famílias em busca de aluguel.
O principal destaque é o bairro Camargos, localizado na divisa entre Belo Horizonte e Contagem. Segundo o Índice de Aluguel QuintoAndar Imovelweb, a região registrou a maior valorização de aluguel da capital nos últimos 12 meses, com alta de 75,7%. Em abril deste ano, o valor médio do metro quadrado chegou a R$ 54, acima da média geral de BH, que ficou em R$ 46.
Além disso, o avanço do mercado imobiliário na cidade acompanha o cenário nacional. Dados do Índice FipeZAP mostram que Belo Horizonte acumulou valorização de 12% em 2025, tornando-se a sexta capital com maior crescimento no país.
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Camargos lidera alta dos aluguéis em Belo Horizonte
O crescimento do Camargos evidencia uma mudança no comportamento do mercado imobiliário da capital. Regiões antes consideradas alternativas passaram a atrair mais moradores devido à expansão urbana, facilidade de acesso e preços ainda competitivos em comparação com bairros da região Centro-Sul.
Logo atrás do Camargos aparecem bairros já consolidados, como Serra e Sagrada Família, que também tiveram forte valorização nos últimos 12 meses.
Bairros com maior valorização de aluguel em BH
- Camargos – 75,7%
- Serra – 33,5%
- Sagrada Família – 22,6%
- Santa Mônica – 20,4%
- Santa Amélia – 19,6%
- Piratininga – 18,8%
- São Pedro – 17,8%
- Santo Antônio – 16,4%
- Heliópolis – 15,2%
- Gutierrez – 14,9%
O movimento reforça a descentralização da procura imobiliária em Belo Horizonte. Em vez de buscar apenas regiões tradicionalmente nobres, muitos moradores têm priorizado bairros com melhor custo-benefício, infraestrutura em expansão e mobilidade.
Savassi mantém posto de metro quadrado mais caro de BH
Por outro lado, quando o assunto é preço do metro quadrado para compra, os bairros da região Centro-Sul continuam dominando o ranking.
A Savassi permanece como o endereço mais valorizado da capital mineira, com metro quadrado médio de R$ 18.053 e crescimento de 13,2% em um ano. Na sequência aparecem Santo Agostinho e Lourdes.
Veja os bairros com metro quadrado mais caro em Belo Horizonte
- Savassi – R$ 18.053/m²
- Santo Agostinho – R$ 16.253/m²
- Lourdes – R$ 15.735/m²
- Funcionários – R$ 15.285/m²
- Santa Lúcia – R$ 12.324/m²
- Sion – R$ 12.198/m²
- Gutierrez – R$ 12.185/m²
- Santo Antônio – R$ 11.621/m²
- Serra – R$ 11.197/m²
- Buritis – R$ 9.224/m²
Mesmo com preços elevados, bairros como Savassi, Serra e Santo Antônio continuam registrando crescimento acima da média. O cenário demonstra que a procura por imóveis bem localizados e com infraestrutura consolidada segue forte em BH.
Santo Antônio lidera valorização entre bairros nobres
Entre os bairros de alto padrão, o Santo Antônio foi o que mais valorizou em 2025. A região acumulou alta de 28,7% no preço do metro quadrado, impulsionada pela procura crescente e pela localização estratégica próxima à região Centro-Sul.
Já a Serra apareceu na segunda posição, com valorização de 21,5%, enquanto o Gutierrez registrou aumento de 17,4%.
Especialistas do setor apontam que novos empreendimentos, melhorias urbanas e maior demanda por imóveis em regiões completas ajudam a explicar o avanço dos preços.
Além disso, o mercado imobiliário de Belo Horizonte continua atraindo investidores devido à combinação entre qualidade de vida, oferta de serviços e potencial de valorização nos próximos anos.
Veja os 5 bairros que mais valorizaram em BH em 2025
- Santo Antônio – valorização de 28,7%
- Serra – valorização de 21,5%
- Gutierrez – valorização de 17,4%
- Sion – valorização de 15,7%
- Savassi – valorização de 13,2%
Os dados mostram que bairros tradicionais da região Centro-Sul continuam entre os mais procurados da capital. Além da infraestrutura consolidada, fatores como mobilidade, comércio e novos empreendimentos impulsionaram o crescimento dos preços dos imóveis nessas regiões.