
'Lua do Lobo' será a primeira superlua de 2026 | Reprodução/Pexels
O ano de 2026 promete um calendário movimentado para quem gosta de observar o céu. Estão previstos eclipses solares e lunares, três superluas e 13 luas cheias, incluindo uma Lua Azul. Além disso, haverá diversas chuvas de meteoros ao longo dos meses, algumas com condições especialmente favoráveis de observação, conforme informações da CNN Brasil.
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Logo no início do ano, o céu já reserva um espetáculo. Neste sábado, ocorre a “Lua do Lobo” cheia, a primeira superlua de 2026. O fenômeno acontece quando a Lua cheia coincide com o ponto mais próximo da órbita em relação à Terra, fazendo com que o satélite natural pareça maior e mais brilhante. Na mesma data, Júpiter poderá ser visto próximo à Lua, ao sul do orbe prateado.
Por outro lado, o brilho intenso da superlua pode dificultar a visualização da chuva de meteoros Quadrantídeas, que também atinge seu pico no começo de janeiro, entre as 18h e as 21h.
Embora a maioria dos anos tenha 12 luas cheias, 2026 contará com 13. O destaque fica para o mês de maio, que terá duas luas cheias: no dia 1º e no dia 31. A segunda é conhecida como Lua Azul, fenômeno que ocorre, em média, a cada dois anos e meio, quando duas luas cheias acontecem no mesmo mês.
A superlua mais próxima da Terra em 2026 será a de dezembro, quando a Lua estará a cerca de 356.740 quilômetros do planeta.
As chuvas de meteoros estão entre os fenômenos mais aguardados. Segundo especialistas, as Perseidas, em agosto, e as Geminídeas, em dezembro, devem ser as mais intensas de 2026. No caso das Perseidas, a ausência de forte luminosidade lunar durante o pico deve favorecer a observação.
O calendário de 2026 também inclui quatro eclipses: dois solares e dois lunares, alguns com visibilidade parcial ou total em diferentes regiões do planeta.
Além de eclipses e meteoros, 2026 terá eventos curiosos envolvendo planetas. Em fevereiro, até seis deles poderão ser vistos no céu, com Vênus e Mercúrio se destacando após o pôr do sol. Em junho, Vênus e Júpiter criarão a ilusão de troca de posições no céu, enquanto, em outubro, a Lua ocultará Júpiter por cerca de uma hora para observadores da América do Norte. Já em dezembro, a Lua crescente formará um alinhamento com Vênus, enquanto Júpiter e Marte aparecerão próximos, criando pares brilhantes no céu noturno.