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Itaú responde após colocar nome de Gusttavo Lima no Serasa

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Gusttavo Lima - Divulgação

Na semana passada o nome do cantor sertanejo Gusttavo Lima repercutiu por ter ido parar no programa de proteção ao crédito conhecido como Serasa por uma dívida de R$ 6 mil.

O valor causou certo espanto porque um único show do artistas pode custar cerca de R$ 1 milhão. Além disso ele é dono de aeronaves multimilionárias e só uma delas custa cerca de R$ 250 milhões (veja fotos).

O problema é que segundo os advogados do sertanejo ele estaria sendo vítima de um golpe, já que não reconhece a compra feita e nem a empresa que emitiu tal boleto.

Como resultado, ele entrou na Justiça para tentar cancelar a dívida e também para limpar seu nome no mercado.

Gusttavo Lima ainda pede uma indenização de R$ 10 mil por danos morais, um valor simbólico.

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Itaú responde e explica

Em nota enviada ao Aqui, o Itaú Unibanco esclareceu que não está envolvido na movimentação e que foi usado apenas para emitir o boleto. Diz ainda que protestou o nome de Lima por pedido da empresa que emitiu o boleto, como manda a Lei:

“O Itaú Unibanco esclarece que, no caso em questão, não participou da relação comercial entre as partes e atuou apenas como emissor do boleto para a empresa que fez a cobrança. Neste papel, o banco realizou o protesto do documento por demanda da empresa, conforme definido no contrato de prestação desse tipo de serviço. Por fim, informa que o protesto já foi cancelado.”

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