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Criminosos fazem gerente de banco e família reféns, mas acabam presos
Grupo armado pretendia acessar o cofre de uma agência bancária, mas foi localizado durante operação policial
Um gerente de banco e os familiares dele passaram horas sob o poder de criminosos durante uma tentativa de assalto em Santa Catarina. O grupo pretendia usar a vítima para ter acesso ao cofre de uma agência bancária, mas a ação terminou com prisões e apreensão de armas, veículos e celulares.
O crime começou na noite de segunda-feira (8), quando homens armados invadiram a residência da família e mantiveram todos em cárcere privado. Na madrugada seguinte, o gerente foi levado pelos suspeitos até a agência onde trabalhava para tentar abrir o cofre.
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Enquanto isso, os demais familiares foram colocados em um veículo e levados para uma área de mata. Segundo as investigações, os criminosos não conseguiram concluir o plano e acabaram fugindo levando apenas uma pequena quantia em dinheiro e aparelhos celulares.
Operação terminou com prisões
Após o crime ser identificado pelas forças de segurança, equipes da Polícia Militar e de unidades especializadas iniciaram uma operação para localizar os envolvidos.
Ao longo das buscas, oito pessoas foram encaminhadas à delegacia. Entre elas estavam suspeitos de participação direta no assalto, pessoas que teriam auxiliado na fuga e um homem investigado por oferecer apoio ao grupo.
De acordo com a Polícia Civil, cinco dos detidos permaneceram presos. Com os suspeitos, foram apreendidas armas de fogo, munições, carregadores, telefones celulares e veículos que teriam sido utilizados na ação criminosa.
Suspeito voltou a fazer reféns durante fuga
Durante a tentativa de escapar da polícia, um dos investigados invadiu uma residência e manteve uma mulher e um bebê com menos de um ano de idade sob ameaça.
As forças de segurança conseguiram localizar os veículos usados na fuga e realizar novas abordagens, resultando na prisão dos envolvidos.
Os suspeitos poderão responder por crimes como extorsão mediante sequestro, roubo qualificado, cárcere privado e favorecimento pessoal. O caso segue sob investigação.