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Estelionatário é preso com crachá falso de funcionário de banco em Minas

Vítima, um idoso de 62 anos, acionou a polícia após desconfiar do golpe. Suspeito estava hospedado em hotel de Guanhães, no Vale do Rio Doce

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Polícia apreende equipamentos usados por estelionatário no Vale do Rio Doce em MG
Polícia apreende equipamentos usados por estelionatário no Vale do Rio Doce | Foto: Divulgação / PMMG

Está à disposição da Justiça um homem, de 19 anos, preso em flagrante na tarde dessa quarta-feira (22) por estelionato em Guanhães, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. A Polícia Militar (PM) chegou ao suspeito após ser comunicada pela vítima do golpe, um idoso de 62 anos. Entre os itens apreendidos, está um crachá falso de funcionário de banco.

Aos militares, a filha do idoso, de 24 anos, informou ter recebido uma ligação de uma pessoa que se passou como representante do banco e que informou que o cartão do pai dela havia sido clonado. Em seguida, o golpista disse que um funcionário iria à residência recolher o cartão.

Horas depois, o homem de 19 anos foi à casa da vítima e se apresentou como funcionário do banco. Ele foi embora em seguida, e o idoso e a filha, desconfiados, acionaram os policiais.

Os militares encontraram o suspeito hospedado em um hotel da cidade, onde ele foi preso em flagrante e levado para a delegacia. Com ele, os policiais apreenderam dois celulares, cinco máquinas de cartão, quatro cartões, comprovantes de pagamentos dos cartões falsos, além do crachá falso.

Aos militares, o homem disse que recolhia os cartões e passava as informações para uma pessoa em São Paulo. Ele admitiu que somente nos últimos dias fez sete vítimas em Minas Gerais.

Entenda o golpe

Em geral, a vítima recebe uma mensagem informando sobre saques falsos ou cartões clonados. Em seguida, os estelionatários iniciam contato com um número de telefone, se passando por funcionários do banco.

A vítima é enganada pelos criminosos, que mentem sobre possível clonagem de cartão e saque indevido. Os estelionatários inventam essas situações para pedir dados pessoais das vítimas, como endereço, CPF e a senha do cartão.

Em seguida, os criminosos informam que um funcionário do banco irá à residência recolher o cartão.

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