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Ex-pastor é preso vendendo drogas em loja de bicicletas
Suspeito teria abandonado sua carreira religiosa para se envolver com o tráfico de entorpecentes
Um homem foi preso pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) suspeito de vender drogas usando uma loja de bicicletas como fachada, nessa quinta-feira (28). Ele é formado em teologia na Argentina e, segundo informações, teria desistido de ser pastor para vender entorpecentes.
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As investigações começaram após denúncias enviadas anonimamente ao canal oficial da Polícia Civil, o 197, alertando sobre a suposta atuação ilícita em um estabelecimento dedicado à venda de bicicletas. A partir dessas informações, equipes especializadas iniciaram diligências detalhadas e monitoraram as atividades suspeitas até conseguirem reunir dados suficientes para uma ação efetiva, de acordo com o Metrópoles.
O suspeito teria abandonado sua carreira religiosa para se envolver com o tráfico de entorpecentes. De acordo com a investigação, a loja de bicicletas era utilizada como ponto de venda, com a intenção de mascarar a comercialização de maconha e cocaína.
Durante uma das diligências, a polícia conseguiu flagrar o momento em que uma entrega de drogas estava prestes a acontecer no local, apreendendo um tablete de maconha.
Ao prosseguir com as buscas, os agentes encontraram na residência do acusado mais substâncias ilícitas, além de balanças de precisão, um aparelho celular e quantia em dinheiro, elementos frequentemente associados à prática do tráfico. A localização dos entorpecentes em diferentes endereços indicava uma estratégia para dificultar o rastreamento e a apreensão por parte das autoridades.
Além do uso do comércio aparente, a investigação revelou que o suspeito recorria à casa da mãe para esconder a maior parte dos entorpecentes. Esse recurso é utilizado por traficantes para fragmentar os riscos e reduzir o prejuízo em caso de eventual operação policial.
Na residência da mulher, os agentes localizaram dois tabletes grandes de maconha, três porções significativas de cocaína, balanças de precisão e até uma máquina de cartão, indicando variedade nos meios de pagamento aceitos.
O caso segue sob responsabilidade da 6ª Delegacia de Polícia, que continua reunindo provas e realizando interrogatórios para coletar detalhes da logística empregada pelo grupo. O homem, agora custodiado, permanecerá à disposição do poder judiciário do Distrito Federal aguardando os desdobramentos legais.