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Homem é condenado a 42 anos de prisão por matar esposa do chefe após demissão

Vítima tinha 23 anos e foi morta ao atender a porta de casa; crime aconteceu após discussão por demissão

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Kelsey Roberts-Gariety, de 23 anos, morta em Denver, Colorado
Kelsey Roberts-Gariety tinha 23 anos quando foi morta em frente ao apartamento onde morava – Reprodução / GunMemorial.org

Um homem foi condenado a 42 anos de prisão nos Estados Unidos pelo assassinato de Kelsey Roberts‑Gariety, de 23 anos. O crime aconteceu em Denver, no estado do Colorado, poucos dias depois que o acusado, Ernest Cunningham, havia sido demitido do emprego que tinha o marido da vítima como chefe.

Segundo as investigações, Cunningham estava em liberdade condicional por crimes anteriores quando cometeu o homicídio. Ele decidiu ir até o apartamento do ex‑chefe para confrontá‑lo, mas quem atendeu à porta foi a própria Kelsey, que acabou sendo baleada.

Kelsey Roberts-Gariety, jovem de 23 anos morta a tiros em Denver, nos Estados Unidos
Kelsey Roberts‑Gariety tinha 23 anos quando foi morta em frente ao apartamento onde morava – Reprodução / GunMemorial.org

A vítima morreu no local, antes da chegada das equipes de socorro. Após o ataque, Cunningham fugiu, mas foi rapidamente identificado pelas autoridades e preso no mesmo dia. A investigação concluiu que o crime está ligado ao ressentimento dele pela demissão e à violação da liberdade condicional.

Durante o julgamento, a promotoria apresentou testemunhos e provas que detalharam como os eventos se desenrolaram, incluindo telefonemas e ameaças feitos por Cunningham antes do crime. Considerando o conjunto das provas, a Justiça o condenou a 42 anos de prisão pelo homicídio.

Ernest Cunningham foi condenado a 42 anos de prisão pelo assassinato
Ernest Cunningham foi condenado a 42 anos de prisão pelo assassinato – Reprodução / Denver Police Department

O caso causou grande comoção entre familiares e amigos de Kelsey, que prestaram homenagens à jovem nas redes sociais após sua morte. Autoridades locais também destacaram que o episódio levantou questionamentos sobre o monitoramento de pessoas em liberdade condicional, com pedidos por melhorias nas avaliações de risco e fiscalização.