x

Notícias

Juíza de 34 anos morre após complicações em procedimento de coleta de óvulos

Juíza do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul passou mal após receber alta de clínica em Mogi das Cruzes

Publicado

em

A juíza Mariana Francisco Ferreira: hemorragia após procedimento (Reprodução/Reprodução) A juíza Mariana Francisco Ferreira: hemorragia após procedimento | Foto: Reprodução
A juíza Mariana Francisco Ferreira: hemorragia após procedimento | Foto: Reprodução

A juíza Mariana Francisco Ferreira, de 34 anos, morreu após apresentar complicações decorrentes de um procedimento de coleta de óvulos realizado em uma clínica de fertilização em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. O caso ocorreu nesta semana e é investigado pela Polícia Civil como morte suspeita.


Leia mais:


Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a magistrada passou pelo procedimento na manhã de segunda-feira e recebeu alta médica no mesmo dia. Horas depois, porém, retornou à clínica relatando fortes dores.

De acordo com o relato da mãe da vítima à polícia, Mariana foi encaminhada a um hospital, onde precisou passar por uma cirurgia de emergência. Ela não resistiu às complicações e morreu na quarta-feira.

Mariana atuava no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS), onde exercia funções na Vara Criminal da Comarca de Sapiranga. Em nota, o tribunal lamentou a morte da magistrada e informou que ela ingressou na carreira em dezembro de 2023.

“O Tribunal de Justiça do RS recebe com profundo pesar a notícia do falecimento da juíza Mariana Francisco Ferreira”, afirmou a instituição em comunicado oficial. O TJRS também decretou luto oficial de três dias, com bandeiras hasteadas a meio-mastro nos prédios do órgão.

A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) também se manifestou sobre o caso. O presidente da entidade, Daniel Neves Pereira, destacou que Mariana era considerada uma colega querida entre os magistrados.

Natural de Niterói (RJ), Mariana tinha 34 anos e atuava recentemente no interior gaúcho. O caso segue sob investigação do 1º Distrito Policial de Mogi das Cruzes, que apura as circunstâncias da morte.