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Mulher confessa ter matado filha recém-nascida e abandonado corpo em estrada

Crime foi cometido há mais de 30 anos e criança havia sido colocada no banco de desaparecidos

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foto de rosto da mulher
Mulher confessou crime cometido há mais de 30 anos | Suffolk County Police Department

Uma mulher de 55 anos, identificada como Denise Merker, foi acusada de assassinato em segundo grau após admitir ter matado sua filha recém-nascida em 1993, em Nova York (EUA). Ela confessou, em depoimento neste mês, ter matado a criança e depois jogado o corpo em uma estrada.

De acordo com documentos judiciais, Merker admitiu a investigadores que inseriu uma toalha de papel na boca da criança porque ela não parava de chorar. O corpo da bebê, que na época foi chamada de “Baby Jane Doe”, foi encontrado dentro de um saco plástico por um coletor de lixo em Calverton, em setembro daquele ano, segundo o NY Post.

O caso permaneceu sem solução por quase 33 anos até que o uso de genealogia genética forense permitiu que os detetives identificassem a criança e localizassem Merker. Na época do crime, a acusada tinha 22 anos e utilizava o nome Denise Reischman. Em seu depoimento recente ao Esquadrão de Homicídios de Suffolk, ela teria declarado: “Eu fiz isso. Eu fiz tudo”.

Merker, que residia em Riverhead e já trabalhou como gerente de um consultório odontológico, está atualmente detida na prisão do condado de Suffolk. Seu advogado classificou o caso como “angustiante”, mas evitou comentários adicionais.

Uma audiência judicial está prevista para o dia 2 de março. Além desta vítima, as autoridades informaram que o perfil de DNA da bebê foi um dos nove perfis de crianças não identificadas adicionados a um banco de dados nacional de pessoas desaparecidas no ano passado.