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Professora é presa após filmar ato sexual com aluno de 16 anos

Mulher atuava como professora particular do estudante e confessou ter se envolvido sexualmente com o aluno de 16 anos

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foto de rosto da professora
Mulher confessou o crime e foi presa | Reprodução / Oakland County Jail

Uma professora de 27 anos de Michigan, nos EUA, recebeu uma sentença de 4 a 15 anos de prisão após confessar ter mantido relações sexuais com um estudante de 16 anos. O crime ocorreu em 2023, na residência do jovem, enquanto Sanroman atuava como sua professora particular. A mulher ainda é acusada de ter filmado o episódio.

Na época, ela também era educadora na Oakside Prep Academy, localizada em Waterford Township. O episódio chegou ao conhecimento das autoridades após ela mesma comentar o ocorrido com uma colega de trabalho. A partir desse relato informal, foi aberta uma investigação, que resultou em denúncia formal e posterior prisão, segundo o NY Post.

A professora, identificada como Jocelyn Sanroman, atuava em uma instituição de ensino preparatório e também realizava atividades de tutoria fora do ambiente escolar. Segundo informações disponíveis, o relacionamento sexual ocorreu nesse contexto de acompanhamento educacional particular, o que caracterizou o abuso de confiança e o uso indevido da posição de autoridade.

Além disso, o episódio foi registrado em vídeo pela própria docente, fato que foi destacado no processo como um agravante relevante.

Sentença

No processo criminal, Sanroman admitiu ter mantido relação sexual com o aluno menor de idade e declarou culpabilidade por conduta sexual de terceiro grau, conforme a legislação do estado de Michigan. Esse tipo de crime abrange situações em que um adulto se envolve sexualmente com alguém que, pela idade, não tem capacidade legal plena para consentir, especialmente quando há relação de poder, como entre professor e estudante. A gravação em vídeo do ato também foi mencionada em audiência, reforçando o entendimento de comportamento de risco e de violação ética grave.

Durante a sentença, a juíza responsável pelo caso questionou a decisão da professora de registrar o encontro sexual, apontando o comportamento como uma forma de exposição adicional do adolescente e uma demonstração de desprezo pelas consequências.

Em resposta, a docente classificou sua própria conduta como um erro, admitindo falta de discernimento. A defesa apresentou como argumento a existência de questões de saúde mental não tratadas, indicando que a ré estaria buscando acompanhamento e mudança de comportamento.

De acordo com a pena aplicada, a professora de Michigan foi condenada a um período de quatro a quinze anos de prisão, dentro da faixa prevista para o crime de conduta sexual de terceiro grau no estado. O tempo efetivo a ser cumprido depende de fatores como comportamento no sistema prisional, eventuais programas de reabilitação e decisões futuras da Justiça. Além da pena privativa de liberdade, foi determinada a inclusão do nome de Sanroman no registro de criminosos sexuais de Michigan, medida de caráter duradouro e com impacto significativo em diversas áreas da vida civil.

Mudança no comportamento

No processo, a mãe do adolescente relatou mudanças significativas no comportamento do filho após o ocorrido. O jovem teria se tornado mais retraído, evitado contato com outras pessoas e apresentado dificuldade para lidar com a exposição gerada pelo caso. Como medida de proteção, a família optou por retirá-lo da escola presencial e direcioná-lo para o ensino on-line.

A rotina anterior do estudante, que incluía frequência regular às aulas, convívio com colegas e participação em atividades escolares, foi alterada. A mãe também descreveu que a sensação de segurança do filho foi comprometida.