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Ranking global aponta queda de federais mineiras em 2026

Levantamento internacional mostra recuo da maioria das universidades de Minas e destaca desafios para a pesquisa científica

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universidades federais de Minas Gerais
UFU avançou na classificação internacional, enquanto as demais universidades mineiras registraram queda no levantamento

Seis das sete universidades federais de Minas Gerais presentes entre as 2 mil melhores do mundo perderam posições na edição de 2026 do ranking do Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR).

A única exceção foi a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), que avançou na classificação. Segundo a organização, o resultado está ligado, principalmente, ao desempenho em pesquisa e à concorrência crescente entre universidades de diferentes países.



UFMG continua liderando entre as mineiras

Embora tenha perdido posições em relação ao ano passado, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) segue como a instituição mineira mais bem colocada na lista. Além disso, a universidade continua entre os principais destaques brasileiros no levantamento internacional.

O ranking avalia indicadores como produção científica, impacto das pesquisas e qualidade acadêmica. Dessa forma, a classificação busca medir como as instituições estão posicionadas no cenário global.

Apenas uma universidade conseguiu subir

Enquanto a maior parte das federais mineiras registrou queda, a Universidade Federal de Uberlândia foi a única a melhorar seu desempenho na edição deste ano.

Entre as universidades de Minas que aparecem no ranking estão:

  • Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
  • Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV)
  • Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
  • Universidade Federal de Lavras (UFLA)
  • Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
  • Universidade Federal de Itajubá (Unifei)

Cenário acompanha tendência nacional

A situação observada em Minas Gerais não é isolada. Na verdade, a maioria das universidades brasileiras presentes no ranking também registrou queda neste ano.

Ainda assim, algumas instituições seguem ocupando posições de destaque. A Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, permanece como a brasileira mais bem colocada. Em seguida aparecem a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Pesquisa é apontada como principal desafio

De acordo com o CWUR, a perda de posições está relacionada à redução da competitividade em pesquisa científica. Além disso, universidades de outros países têm ampliado investimentos e aumentado sua presença nos indicadores avaliados pelo ranking.

Como resultado, instituições brasileiras enfrentam mais dificuldades para manter ou ampliar suas posições na classificação mundial.