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Jovem de 16 anos fica tetraplégica em acidente com cama elástica

Acidente ocorreu durante uma brincadeira em um parque de camas elásticas no Tennessee; Maggie Isble apresenta sinais de recuperação

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Família reunida ao redor da cama onde uma jovem está deitada.
Amparada pela família e fortalecida com a campanha virtual, Maggie Isble continua no processo de reabilitação após o acidente. Crédito: Reprodução/GoFoundMe

O feriado de Ação de Graças começava de maneira tranquila quando uma brincadeira entre irmãos mudou de forma abrupta no Tennessee, Estados Unidos. Em um parque de camas elásticas, a diversão deu lugar ao pânico, pois um acidente ocorrido em questão de segundos alterou completamente a vida de Maggie Isble, de 16 anos.

Jovem caiu de cabeça

Segundo a imprensa local, Maggie realizava cambalhotas e outras acrobacias quando optou por executar um salto mortal para trás a partir de uma barra de trapézio. Entretanto, durante a manobra, ela caiu de cabeça em uma piscina de espuma. Como a proteção não suportou o impacto, a jovem atravessou o material e bateu diretamente no concreto. “Ela caiu de cabeça, passou pela espuma e quebrou o pescoço”, relatou a irmã mais velha, Destiny Isble.

Logo após o acidente, Maggie perdeu os movimentos do peito para baixo. As equipes de resgate a levaram ao Centro Médico da Universidade Vanderbilt, em Nashville, e, posteriormente, a transferiram para um centro especializado em reabilitação em Atlanta. Os médicos afirmaram, desde o início, que as chances de ela voltar a andar eram muito baixas.

Adolescente tem progresso no tratamento

Apesar disso, nos últimos dias, surgiram sinais inesperados de progresso. A família relatou que Maggie conseguiu se alimentar sozinha — um simples Cheeto levado à boca, mas que emocionou profundamente todos ao redor. Além disso, Destiny afirmou que a irmã voltou a sentir leve sensibilidade nas laterais das pernas, reacendendo a esperança de recuperação.

O pai, Joshua Isble, comemorou os primeiros resultados das sessões de fisioterapia e terapia ocupacional. Ele relatou que a filha já consegue se movimentar sozinha na cadeira de rodas e que seus dias têm sido marcados por “muitos sorrisos e poucas lágrimas”. Entre os avanços, até mesmo o leve movimento de um dos dedos do pé se destacou como uma conquista enorme para toda a família.

Campanha solidária

Ao mesmo tempo, a mobilização financeira também ganhou força. A campanha no GoFundMe, intitulada “Um Milagre para Maggie”, já arrecadou 68 mil dos 75 mil dólares necessários para custear tratamentos, terapias e despesas médicas.